Metrobus liga Reboleira ao Dolce Vita Tejo (22.09.2010)

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23092010

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Metrobus liga Reboleira ao Dolce Vita Tejo (22.09.2010)




Objectivo é extensão a Odivelas
Metrobus liga Reboleira ao Dolce Vita Tejo


A Câmara Municipal da Amadora apresentou o projecto “Metrobus”, um novo meio de transporte que irá ligar, numa primeira fase, a futura estação intermodal da Reboleira, servida pela CP e Metropolitano de Lisboa, e o Centro Comercial Dolce Vita Tejo. Numa segunda fase, o Metrobus será prolongado ao concelho de Odivelas, ligando o Dolve Vita à estação de metro de Odivelas, fechando assim a malha de transportes na coroa norte de Lisboa. Pela primeira vez em Portugal, será implementado um sistema de transportes em via dedicada, cujo modo é um autocarro alimentado a energia eléctrica e que apresenta características de metro ligeiro, oferecendo os mesmos níveis de serviço. Também pela primeira vez, uma entidade privada, a Chamartin Imobiliária, associa-se a um projecto deste tipo, financiando a sua construção. Para Joaquim Raposo, presidente da Câmara da Amadora, este sistema “permite utilizar as vias existentes, com algumas adaptações, permite utilizar corredores próprios e não é preciso fazer outras obras como túneis e viadutos que realmente encarecem este país. Essa é uma grande vantagem”. Para o autarca, o objectivo passa igualmente por transformar o centro comercial num grande interface de transportes, onde as pessoas podem deixar o seu automóvel, gratuitamente, e utilizar o transporte público para fazerem as suas deslocações. O custo da obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros, ascenderá a cerca de 8 milhões de euros. Um investimento partilhado pelo Dolce Vita Tejo, que disponibilizará cerca de 4.450.000 de euros, para as infra-estruturas do MetroBus. A verba destinada à aquisição do material circulante será comparticipada, em 50 por cento, por fundos comunitários, ficando o remanescente a cargo da autarquia. Já o secretário de Estado dos Transportes, Correia da Fonseca, não deixou de elogiar o projecto referindo que o modelo de negócio apresentado deve “servir de bandeira a outros munícipios”, criticando deste modo o modelo encontrado para o projecto do Metro do Mondego, uma iniciativa da responsabilidade não só das autarquias envolvidas como também do Estado. “Temos neste momento o projecto do metro do Mondego e cada veículo que lá vamos meter custa três milhões de euros. Para transportar quantas pessoas? É óbvio que aquela gente precisa de ter um modo de transportes estruturantes, e vai ter, mas tem que ser adequado às necessidades reais da procura” referiu.

In: http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=2130

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